Unidade Curricular: Educação Intercultural
Docente:
Susana Gonçalves
Animação
Socioeducativa
3º
Ano 1º Semestre
Trabalho realizado por :
Carina Sofia Bernardo Santos (
2011251)
Na
primeira aula da cadeira Educação Intercultural começámos com uma breve
apresentação da docente e também sobre quais eram as nossas expectativas relativamente
à unidade curricular. Em grupo, realizámos as nossas ideias sobre aquilo que
pensámos que seriam os conteúdos a abordar na cadeira e discutimos sendo que seguidamente
a professora deu-nos então a conhecer os verdadeiros conteúdos programáticos
desta unidade curricular.
Tivemos a oportunidade de ter a visita da
professora Doutora Maria Dolores Molina (Universidade de Jáen Espanha) que dinamizou
a aula sobre o tema “Aprender a Aprender as TIC”. Começou por nos perguntar que
tipo de sites pesquisávamos para a elaboração de trabalhos académicos e quais
as línguas que utilizávamos nas nossas pesquisas, como por exemplo o francês, o
inglês, o espanhol, entre outras. Mostrou-nos também que era importante saber
organizar, gerir, seleccionar e transformar a informação para que as nossas
competências sejam atingidas. Esta abordagem tinha como objectivo dar a
conhecer a importância das TIC na nossa vida académica como via de
aprendizagem, em busca de uma gestão e organização para que a informação recolhida se possa
converter em conhecimento, ou seja, sermos capazes de transformá-la para
posteriormente utilizá-la em trabalhos académicos. Neste sentido o conhecimento
deve ser o produto que resulta da percepção, manipulação, tratamento e
processamento da informação. Ainda relativamente à selecção das fontes para a
realização de um trabalho, a Doutora deu-nos alguns aspectos que se referiam a
estas como fulcrais à realização de uma pesquisa bem elaborada.
À primeira vista, sendo que apenas conhecia o
nome da cadeira, aquilo que considerei que fossem os aspectos a abordar naquela
unidade curricular estariam ligados com o conceito de Cultura, Educação
Intercultural, a definição de Educação e Interculturalidade, Minorias étnicas,
Identidade, Diversidade Cultural, Emigração e o papel do Animador
Socioeducativo para a Educação Intercultural. Este foi um trabalho que
realizámos em grupos de trabalho e depois cada grupo expunha as suas ideias de
forma organizada para que se pudesse gerar uma discussão oportuna sobre as ideias
de cada grupo, chegando à conclusão que todos os grupos tinham ideias iguais e muitas
parecidas.
Depois de já termos discutido as nossas ideias
e sabermos aquilo que iamos abordar nesta Unidade Curricular, a professora
Susana propôs nos um trabalho de casa para a aula seguinte que consistia que em
grupo procurássemos o conceito de Educação Intercultural, para que na aula
seguinte cada grupo apresentasse o seu trabalho.
Aula nº2
(30 de Setembro de 2013)
Na segunda aula desta
unidade curricular, iniciámos com a apresentação por grupo do trabalho de casa
proposto na aula anterior que se baseava na busca de informação sobre o conceito
de Educação Intercultural, e relacionar/comparar este conceito ao conceito que
a docente nos disponibilizou na plataforma/ materiais de apoio.
De seguida, a
professora começou a falar sobre os parâmetros em que nos iria avaliar na
cadeira, iniciando com a proposta da criação de um blogue em grupos de trabalho
(de 6 a 7 elementos) já para a aula seguinte, onde poderíamos à medida que
vamos dando a matéria ir colocando informações relacionadas, como imagens,
cartoons, documentos entre tantas outras coisas que achássemos pertinentes. Os conteúdos que lá colocaríamos tanto podem
ser do grupo como também podem ser alguns individuais como por exemplo algo que
cada um encontrasse que achasse curioso, e ainda que poderemos abordar essa
informação em diversas línguas, sendo um aspecto que está bastante relacionado
com as diversas culturas. Dentro desse trabalho individual temos por exemplo um
relatório escrito de cada aula, ou seja as reflexões sobre os conteúdos
abordados.
Abordámos ainda aspectos relacionados com o
que origina uma Cultura como a memória colectiva ou a memória de uma cultura e
daí, surge uma conversa bastante interessante acerca do porquê dos nossos
nomes, isto é quem é que escolheu o nosso nome e os nossos nomes dentro da
cultura em que nos inserimos. Com isto a professora fez-nos uma proposta de imediato
para os nossos blogues em que poderíamos desenvolver este tema a partir das
ligações dos conceitos de Identidade e Cultura
, onde a identidade é diferente de pessoa para pessoa, ou seja, esta identidade
desenvolve-se dentro de um meio social onde estamos inseridos e até das nossas
próprias experiências da vida, e daí
escrevermos sobre quem somos, como os outros nos vêem e como somos com os
outros. Ainda relativamente à cultura, esta relacionada com os diferentes
nomes, realizámos um exercício na aula em que alguns colegas se voluntariaram a
dar o seu testemunho sobre o seu nome e a história que está por de trás dos pais, padrinhos ou outros familiares
terem optado por este, o que nos deixou a pensar neste assunto, sendo que foi uma
coisa em que muitos de nós nunca nos tínhamos
questionado.
Sendo
que o nosso nome já é cultura, ou seja, aquilo que nos identifica como pessoa
já está relacionado com a cultura em que nos inserimos, terá sido este
escolhido devido ao cristianismo, sendo que está ligado à religião ou outros
motivos levaram os pais ou outros
familiares a escolher o nosso nome. Deste modo, ficou no ar outra proposta para
o nosso blogue que consiste em tentar
perceber os aspectos que estão por detrás da escolha de um dado nome, não só em
Portugal como em muitos outros países, isto é, outras culturas. Ainda tivemos a
oportunidade de conhecer dois nomes de filmes que estão relacionados com a
matéria que estivemos a abordar na aula, sendo eles a Geração roubada e o Hotel
Ruanda em que poderemos ver os dois em grupo e depois fazer uma comparação
entre eles.
Aula nº3 (07
de Outubro de 2013)
Na terceira aula a docente cedeu-nos logo no
inicio da aula um livro cujo o titulo se intitula por “ Educação Multicultural
e para os Direitos Humanos” materiais de apoio às escolas e aos
educadores/professores editado pela Escola Superior de Educação de Coimbra. Este
livro pode ser um instrumento crucial para o nosso futuro enquanto Animadores
Socioeducativos uma vez que contém informações e dinâmicas bastante
pertinentes.
Neste contexto, a docente abordou as
questões sobre a busca do
desenvolvimento, a análise das desigualdades sociais, económicas, politicas que
favorecem as migrações e os desequilíbrios de Norte-Sul entre os países desenvolvidos
e subdesenvolvidos ou em vias de desenvolvimento em que debatemos esta temática
em aula. Deste modo, a professora informou-nos que naquela aula iríamos jogar
um jogo, uma aula diferente e bastante dinâmica.
A docente colocou então um jogo de tabuleiro
na mesa e pediu 20 voluntários para jogar, ficando os restantes colegas a observar e tirar notas. Os 20 voluntários
ter-se-iam que dividir em 4 grupos com 5 elementos para cada equipa e
posteriormente escolherem a cor dos pins com que se jogava. Foi distribuído a
cada grupo um determinado número de massas/feijões (21 massas/ feijões às
equipas azul, vermelha e verde e 7 massas/ feijões à equipa amarela). Assim,
com os meios necessários, deu-se início ao jogo, em que ao longo do tempo nos
deparámos que o grupo amarelo estava mais avançado que os restantes grupos,
sabendo nós que as regras do jogo tinham sido mudadas mas não compreendendo a
razão do porquê do seu avanço relativamente às outras equipas, sendo que no final do jogo tudo
fez sentido e percebemos finalmente que a cor amarela estava favorecida desde o
inicio, sendo que as outras estariam sempre inferiorizadas, tirando todos
juntos conclusões válidas.
Contudo a equipa
amarela era a favorecida, pois era um país que estava em desenvolvimento e foi
essa a razão para que as casas incógnitas lhe oferecessem benefícios, como por exemplo esta equipa conseguir apanhar
sempre as massas/ feijões das outras equipas. As outras equipas não estavam sujeitas a estes
benefícios, sendo que ainda eram punidas sem perceberam a razão como passar pelas
mesmas incógnitas e retroceder casas ou dar massas à equipa
amarela. Todos juntos chegámos a conclusões
como o tema do jogo que era os desequilíbrios dos recursos humanos e do desenvolvimento,
abordando no meio da questão outros temas que estavam ligados como o FMI. Era
um jogo com quatro equipas, sendo que cada uma delas tinha os seus recursos (
uns minérios/ ouro) e outros não tinham qualquer tipo de riqueza. No decorrer
do jogo, as equipas tentaram sempre ter o objectivo de ganhar sem pensarem nos
outros, o que acontece cada vez mais na sociedade em que vivemos pois as
pessoas são bastante cruéis, daí haverem grandes desequilíbrios entre países.
Com isto podemos assistir a uma África cada vez mais pobre e uma Europa cada
vez mais rica. Assim como estava a
acontecer na jogo, cada vez mais assistimos à sobrevivências dos países e às
politicas internacionais. Este jogo serviu então para compará-lo ao mundo em
que vivemos, sendo fácil de o perceber. Posto isto, o objectivo deste jogo era
que os países em desenvolvimento adquirissem riqueza para uma melhor qualidade
de vida, daí a equipa amarela estar sempre a ser favorecida perante as outras.
Pasto isto e chegando
ao fim do jogo e da aula, a docente solicitou aos grupos que criassem um jogo
adaptado, material para colocar no nosso blogue de grupo para crianças com
idades compreendidas dos 7 aos 12 anos, de forma simples e com uma linguagem
simples àquelas idades.
Aula nº4 (14
de Outubro de 2013)
Na quarta aula desta
unidade curricular , a docente falou de uma visita de estudo a Lisboa que nós iríamos ter a oportunidade de ter que
se vai realizar no dia 2 de Dezembro, em que nos falou ao pormenor sobre
algumas situações que poderiam eventualmente acontecer, uma vez que não se sabe
muito bem se será necessário pagarmos algumas despesas para a visita, mas
depois ainda nos irá dar mais informações mais detalhadas assim que as tiver.
Sugeriu-nos para levarmos máquina fotográfica.
Depois de nos dar as
informações que pretendia dar no inicio da aula, apresentou-nos um livro do
autor Shawn Tan, intitulado “Emigrantes”, sendo um livro apenas um livro composto por ilustrações que
retrata Graphic novel sem palavras, baseado em histórias de imigrantes, de
diferentes países e períodos históricos. Este livro é uma narrativa alegórica, centrada na
experiência de um homem obrigado a deixar a esposa e filha para viver do outro
lado do oceano. Entre as ruas da cidade abandonada, projeta-se a sombra de um
animal gigantesco, símbolo de ameaças cuja natureza política, económica,
ambiental não se pode determinar. Por
isso o homem parte para o exílio, em busca de um lugar mais seguro onde possa
viver com sua família. Esta narrativa
for sendo descoberta por todos nós à medida que íamos vendo as imagens e
dizendo os sentimentos que elas nos transmitiam.
A história do livro
aborda então a viagem e as dificuldades encontradas num país estrangeiro, viagem esta de um ou mais
anos. As dificuldades verificavam-se como
a dificuldade da língua e dos costumes, objectos e máquinas
desconhecidos, culturas diferentes com pessoas diferentes... No decorrer da
história, percebe-se que o protagonista vai conseguindo sobreviver, levando com
ele apenas uma mala e pouco dinheiro. Este com a circunstância a que se está a
sujeitar aprende a se desenrascar, a
encontrar comida a partir das possibilidades que levava com ele, arranja um
lugar onde dormir e, depois de já estar
estabilizado, tendo onde viver, arranja então um trabalho. Tem a sorte de conseguir a ajuda por parte de
vários estranhos, muitos dos quais imigrantes como ele, pessoas estas a quem
foi necessário abandonar a terra natal
por diversos motivos (guerras, epidemias, perseguições políticas etc.).
Shaun Tan, autor e ilustrador desta obra,
nasceu em 1974, em Perth, Austrália. Formou-se em 1995 pela Universidade da
Austrália Ocidental nos cursos de Belas-Artes e Literatura Inglesa. Iniciou sua
carreira ilustrando histórias de horror e ficção científica em revistas de
pequena circulação. Desde então recebeu inúmeros prêmios e foi publicado em
diversos países. Em 2001, Tan foi nomeado melhor artista no World Fantasy,
Montreal, Canadá, pelo conjunto da obra. Já trabalhou também em filmes de
animação dos estúdios Blue Skye e Pixar.
O livro remetia-nos para aquela ideia que
todos aprendemos em que naquele tempo o
homem emigrava à procura de uma vida melhor para sustentar a família que
deixava na sua terra natal para depois voltar mais tarde, sendo que a mulher
ficava em casa a tratar dos filhos. Por outro lado também retratava o medo, em
que nas imagens era evidente com um
animal que transmitia algo de mau pois, o homem ia à descoberta daquilo que não
conhecia. Ficámos a conhecer desta forma
uma outra maneira diferente de ler um livro bastante interessante para ser
dinamizada com crianças enquanto Animadores Socioeducativos.
Depois disto, a docente deu como tarefa
obrigatória a todos até ao final do
semestre que consistia na leitura de um livro, um romance, literatura do mundo,
para posteriormente apresentarmos e fazermos uma ficha de leitura do livro para
colocar no blogue.
Por
fim, visualizamos um filme sobre emigração clandestina “Estranhos de Passagem” sendo
um filme que retratava a imigração clandestina em que um jovem mais o seu tio
vão em busca de uma vida melhor em Londres. Este filme evidenciava como eles
iniciam a sua viagem em terra, mas também o facto do jovem não possuír qualquer
tipo de documentação e daí terem que ir por terra. Passam por diversas
situações desastrosas durante a sua viagem até serem apanhados pela polícia e
reencaminhados para o seu ponto de partida. Contudo voltam a iniciar a viagem
mas desta vez mais complicada, pois vão dentro de um contentor onde por sua vez
vão com mais pessoas. Estes vão numa
viagem bastante arriscada e sem condições, o que ainda é bastante visível nos
dias de hoje, acabando por não resistir o tio.
No
final do filme, Jamal encontra-se em
Itália, mas a vender na rua para angariar dinheiro para a sua viagem para
Londres, sendo que este está numa praça e rouba uma carteira a um
casal que ali se encontrava.
Este
acaba por viajar em direcção a Londres, onde é interceptado pela autoridade
Londrina que vai ter com ele, tendo este que permanecer no país até concluir
os 18 anos de idade. Posto isto, a professora deixou a questão no ar para que
pensássemos para a próxima aula sobre “ Será que o rapaz devia ser preso por
ter roubado a carteira?”
Para
concluir a docente pediu aos grupos para que na aula seguinte colocassem 3 perguntas para fazer um debate sobre as
temáticas abordadas e a leitura sobre “Minorias passado e presente
para a dinamização da mesma”, texto que se encontra disponível na plataforma. Este debate será inspirado na
emigração dos tempos modernos. Deixou-nos ainda a
curiosidade em visualizarmos o filme “
Estranhos de passagem”.
Aula nº5
( 21 de Outubro de 2013)
Na quinta aula tivemos
a visita e a oportunidade de ter uma aula
diferente mais uma vez com a presença da
professora Maria Dolores, vinda de Espanha.
Esta começou por fazer-nos algumas questões sobre o o conhecimento que
tínhamos da multiculturalidade e de
seguida sobre a Interculturalidade e as diferenças de ambas.
Neste sentido a
multiculturalidade são várias culturas e a interculturalidade são culturas
diferentes que estão misturadas umas com as outras, isto é, a
interculturalidade engloba-se na multiculturalidade. Também falou da
importância das TIC nas escolas como o meio essencial para o conhecimento das
diferentes culturas e a forma de vida de cada um. Fez referência ao projecto “La Vuelta Al Mundo En 80 Contos” crucial
para o conhecimento de outras culturas.
Mostrou também alguns blogues sobre os
projectos em que esta esteve inserida que foram bastante interessantes para tirarmos algumas
ideias que podem ser úteis agora e no futuro.
De seguida, ocorreu um
debate sobre a emigração ilegal e o multiculturalismo, este que era dinamizado
por grupos, cada grupo apresentando as suas três questões em que tinham
pensado, dando a palavra a todos. Para resumir tudo isto e para concluir, os
nossas colegas de Erasmos abordaram a
situação em Ceuta e como ainda hoje é patente esta situação real da emigração
ilegal.
Imigração ilegal ou imigração clandestina refere-se à imigração para
além das fronteiras nacionais com a violação de leis de imigração do país de
destino.
A imigração ilegal pode implicar várias
questões sociais, como na economia, bem-estar social, educação, cuidados de
saúde, escravidão, a prostituição, criminalidade, protecções legais, os
direitos de voto, os serviços públicos e direitos humanos, entre tantos outros.
Depois de termos contacto com tantas informações acerca deste tema, bem
presente no mundo em que vivemos, em qualquer país, a docente lançou-nos um
desafio bastante interessante, que consistia em entrevistar uma pessoa que
esteja emigrada cá ou já foi emigrante que esteve ou tem num trabalho duro,
tentando perceber a perspectiva dela relativamente à adequação a uma diferente cultura, um
diferente país. Assim decidi de imediato fazer uma entrevista à minha colega de casa, de nacionalidade
espanhola, estando a viver em Coimbra a trabalhar quase a três anos na sua área profissional.
Ficou bastante explicito nesta aula que a cultura romana está directamente ligada à identidade de um
povo e que a multiculturalidade se
entende por ser a mistura/ diversidade de culturas, enquanto que a interculturalidade é a ligação por exemplo
entre duas culturas. Estes aspectos e a diferença entre eles ficaram
esclarecidos uma vez que muitos de nós ainda tínhamos algumas dúvidas.
Aula nº6
( 03 de Novembro de 2013)
Nesta sexta aula, iniciámos com algumas
informações acerca de pormenores da visita de estudo a Lisboa que irá decorrer
no dia 2 de Dezembro e onde a professora precisou de ter conhecimento sobre
quem realmente iria à visita para depois marcar o autocarro e saber a
quantidade de lugares. Voltou a lembrar todos nós em que parâmetros nos avalia
e que a visita de estudo será um aspecto bastante interessante para nós mas
também um aspecto em que irá valorizar enquanto parâmetro avaliativo. Como
alguém lhe foi dizer que haviam elementos dos grupos do blogue que não estavam
a trabalhar, este fez ainda referência que cada um deve ser responsável e que
cada grupo não deve ter problemas em enfrentar essa pessoa porque a professora
avalia o blogue em grupo e não sabe quem trabalha ou não. Mostrou-nos que
devemos dizer a essa pessoa que se não trabalha não faz parte do grupo,
eliminando-a de um trabalho em que esta não está a colaborar.
Tivemos
mais uma vez uma convidada, também espanhola, a professora Camino Lopez da
Universidade de Salamanca Norte, que se encontra ainda a concluir o
Doutoramento e é especialista em tecnologia educativa sobre as TIC e a arte em
Educação Intercultural, tendo como obras o desenho e a pintura. A Docente e a
Camino Lopez já se conheciam, conheceram-se
através de um projecto intercultural à escala global, sendo que a nossa
professora achou interessante uma aula dada por ela e decidiu convidá-la ao que
esta mostrou bastante gosto. Disseram-nos logo antes da professora convidada
começar o seu discurso que ela estaria connosco nesta aula para dar uma aula
sobre seminário e que daqui a duas semanas, sendo que na aula seguinte não
haveria aula, ela voltaria a visitar-nos, desta vez dando uma aula sobre
workshop, pedindo que cada um levasse computador, telemóvel android , tablet,
dentro do que melhor cada um tiver disponibilidade, para podermos trabalhar em
rede.
A convidada iria
desenvolver a sessão através do tema “ As TIC, as artes e o diálogo cultural”.
Deu-nos a conhecer um projecto internacional de exposições interculturais a
Mailarte, que consiste numa reflexão de um mundo de tecnologias, como a forma
de transmitir conhecimento, pois algumas pessoas não sabiam ler nem escrever e
desta forma as imagens nas igrejas, catedrais, entre
outros locais levavam a que as pessoas sentissem que o conhecimento as rodeava.
Falou também da versão educativa de presi, onde tem muitas
informações, como vídeos, fotos, esta versão que já se vê a ser utilizada por
alunos, em substituição do power-point, na apresentação de trabalhos.
Na segunda parte da aula a professora
Camino falou-nos no concerso Iberico de Invacion educativa com as TIC, no
programa layar, que consiste numa prática
muito simples de fazer, prática esta que nós desconhecíamos, em que basta
digitalizar uma imagem, fazer print no telemóvel e fica a informação desde o
ponto de onde estou e os seus sítios de interesse, ou seja aparecem todos os
aspectos que caracterizam aquela imagem, alargando o nosso conhecimento, não
necessitando de ir em busca de informação pois ela vem ter connosco. O
telemóvel reconhece automaticamente a imagem virtual em cima da imagem, onde
nos foi explicado todos os passos para o fazer. A partir da explicação, cada
grupo deverá criar uma conta layar, no site, arranjar uma imagem e depois pôr
em prática aquilo que nos foi explicado para depois colocar no nosso blogue de
grupo. Abordou aspectos também ligados ao youtube e a partilha de imagens neste
sitio,, Google Play, market android, Google glass, Google plus entre tantos
outros. Também abordou algumas das
ferramentas fiáveis que são programas que só seleccionam a informação que nós pretendemos.
Abordou ainda o tema da identidade virtual que tem de estar muito
presente para que a nossa imagem retrate a forma como nós somos e não o contrário, aspecto
bastante importante para que para arranjar emprego se torne mais fácil. Não
devemos por exemplo ter fotos menos próprias na nossa página porque isso pode
meter em causa a nossa escolha para um dado emprego. Mostrou um grupo do
facebook, em que são pessoas que não se conhecem mas tem objectivos e
interesses em comuns como é o caso de Juan Domingo que é uma pessoa que faz várias investigações,
e Camino falou que aprendeu muito no facebook
com aquilo que ia pesquizando.
Falou-nos também do
ted-ideias worth spreading, sendo um site em que consiste no assistir de
diversas conferências durante 15 a 20m sobre temas interessantes de várias
partes do mundo.
Referiu ainda que tem
no seu facebook 405 amigos que nunca as viu ao vivo, mas conhece os seus
trabalhos que é de seu interesse, basta ter uma pessoa para que se abra um
leque de conhecimentos, sendo que percebeu que todos nós tínhamos uma conta no
facebook e que isso pode ser motivo para estarmos sempre actualizados no mundo.
Por fim a docente
lançou-nos o desafio de fazer uma pesquisa de redes ou sites no domínio de
educação intercultural ou de animação socioeducativa, como também no facebook
grupos que sejam importantes para nós como futuros animadores e ainda de
um filme de Hanah Arendt. A professora
Camino distribui um cartão seu pessoal onde nos meteu à vontade para a
contactar sempre que necessário e disse-nos que podemos criar o nosso assim
como ela fez. Esta criou a sua imagem de fundo e colocou os dados fundamentais
que a identificam, fazendo referência ao facto de não ter colocado a profissão,
este que é um aspecto que pode ser instável e como era um cartão definitivo não
deverá fazer essa referência.
Deste modo, a
docente lançou-nos um desafio que
consistia na construção do nosso cartão pessoal.
Na sétima aula desta
unidade curricular,15 dias depois da última, sendo que à uma semana atrás não
foi possível haver aula, tivemos então a segunda e última visita da professora
Camino para nos dar a aula sobre workshop, iniciando com a construção do poster, para posteriormente
trabalharmos no layar para a realidade aumentada, em que a Professora Camino
dinamizou esta aula sobre o tema: TIC e Interculturalidade.
Mostrou de como devemos
ser criativos para a realidade aumentada e abordou também a importância de o
fazermos para num futuro a nível profissional.
Antes de iniciarmos o nosso cartaz de forma criativa, a Professora
Camino deu-nos a conhecer desenhos de realidade aumentada, como um pássaro a
comer minhocas, o que foi bastante
interessante porque víamos o animal a exercer os diversos movimentos e
de seguida a Professora Camino pediu
dois voluntários para pintar os desenhos para depois fazer a experiência da
mesma, sendo ainda mais engraçado visualizar com tantas cores.
Sendo que cada grupo trouxe os materiais
necessários a meter os conhecimentos em prática da aula anterior, cda grupo
teve que se registar na conta layar para dar seguimento ao que se pretendia. Os
grupos começaram então a trabalhar nos
cartazes para depois fazer a apresentação em aula dos trabalhos realizados
pelos grupos, da forma como construíram e quais as informações publicadas, como
religiões, gastronomia, música, entre tantos outro aspectos que caracterizavam
aquilo que expúnhamos na imagem do cartaz.
Referiu ainda algumas
plataformas gratuitas como a Augment ,Aurasma, Sculp ou colorpp.
Para concluir, a
docente deixou como sugestões utilizar a plataforma layar para a apresentação
do nosso livro à turma, através da realidade aumentada ou imaginar um projecto
com crianças usando a realidade aumentada sobre a interculturalidade.
Aula nº8
( 25 de Novembro de 2013)
Na oitava aula, a professora iniciou
dando algumas informações como já tem vindo sendo hábito dá-las nos primeiros 5
minutos de aula sobre quando poderíamos entregar os relatórios individuais,
dizendo que poderíamos acordar depois uma
data para ser depois das aulas terminarem.
Entretanto, a professora disse-nos que
iríamos ter uma aula diferente em que cada um de nós iria ter de reflectir
sobre alguns aspectos com que nos iríamos deparar. Começámos por dizer aquilo
que nos vinha ao primeiro pensamento acerca de frases escritas que nos diziam
alguma coisa. Este exercício relacionava-se com a cultura na mente do
observador. Ao fim de terminarmos, tirámos as nossas conclusões, cada um
enumerando as suas ideias. De seguida, voltámos a responder a outras questões,
estas referentes à interpretação por alguém duma cultura que chega sempre meia
hora atrasada. Tirámos as nossas devidas conclusões. A professora referiu que
nunca se deve chegar atrasado a um jantar mas também nunca se deve chegar meia
hora antes pois, a dona da casa pode ainda não ter as coisas preparadas para
receber os seus convidados. Posto isto, concluímos com a ideia de que as nossas interpretações dependem da nossa
mente e da nossa experiência pessoal sendo que a mesma realidade pode ser
interpretada de muitas maneiras diferentes dependendo das várias pessoas que as
interpretam e que devemos desenvolver comportamentos de aceitação e respeito
por culturas diferentes sendo que se por exemplo, conhecermos alguém de uma
cultura que come sem talheres, devemos fazer o mesmo com eles para que estes
não se sintam mal ao pé de nós. Ainda
fizemos uma espécie de teste sobre o que é a sensibilidade intercultural
em que tive contacto com a minha escala sobre este tema. A sensibilidade
intercultural pode ser conceptualizada como a capacidade de um individuo para
desenvolver as emoções positivas que
promovem a compreensão e a apreciação das diferentes culturas e a mudança
apropriada e afectiva no comportamento intercultural. Avaliámo-nos em 5 factores sendo eles o envolvimento intercultural,
o respeito pelas diferenças culturais, a confiança na interacção, o prazer na
interacção e a atenção na interacção. A avaliação da sensibilidade
intercultural podia ser de quatro tipos : Boa, média , elevada e fraca.
Este teste significou então a capacidade
de ter emoções positivas a respeito das diferenças culturais, tornando a
comunicação intercultural mais eficaz.
Para terminar, ainda visualizámos alguns
excertos de vídeos acerca de diferentes culturas e como alguns comportamentos
podem ser interpretados de formas tão diferentes em países diferentes com
culturas opostas como um simples beijo ou toque numa pessoa, podendo ser estes
comportamentos punidos por lei.
Aula nº9 ( 02 de Dezembro de 2013)
No dia 2 de Dezembro de
2013, saímos de Coimbra por volta das 8h, meia hora de atraso, uma vez que
estivemos à espera de restantes alunos. Quando saímos às 8 da manhã, o passeio
foi muito tranquilo, pois ainda estávamos todos ensonados por termos acordado
bastante cedo do que é normal. Chegámos a Lisboa por volta das 11 horas da
manhã e fomos directos para o centro de apoio a imigrantes (CNAI), isto da
parte da manhã e à tarde realizou-se a visita pelos bairros críticos de Lisboa
e ao Projecto Programa Escolhas (Projecto Interdar- te) .
Fomos divididos em dois
grandes grupos no CNAI (Centro Nacional de Apoio ao Imigrante). A Coordenadora
com a qual ficamos informou que em Portugal existem CNAI`S em três pontos do
País, Lisboa, Porto e Faro. E além dos CNAI´S podem, também encontrar CLAII
(Centros Locais de Apoio à Integração de Imigrantes) estes centros que podemos encontrar nos pontos do País
abrangendo também as nossas ilhas.
Dentro do CNAI tivemos
a oportunidade de conhecer diversos
gabinetes como o de apoio ao emprego, o de apoio à qualificação, o de apoio ao
empreendorismo, o de apoio e triagem, o de apoio à saúde, o de empreendorismo
imigrante, o de apoio técnico às associações de imigrantes, o de apoio à
educação, o de apoio jurídico, o de apoio social e o de apoio ao consumidor. No
CNAI também podemos encontrar uma dependência bancária, um espaço criança onde
se encontra uma mediadora sociocultural para que os pais possam tratar melhor
os seus assuntos, uma conservatória, um serviço de estrangeiros sem fronteiras,
a segurança social e a conservatória dos registos centrais e jurídico, isto
para que os emigrantes possam tratar de toda a documentação entre outros sem
deslocarem-se a outras entidades.
A 13 de Março de 2003 O CNAI de
Lisboa foi criado, para que pudesse ter um serviço telefónico de atendimento,
que funciona nas instalações “Linha SOS Imigrantes” este que é um serviço que
fala em 10 línguas.
Uma das dificuldades
destes imigrantes é a adaptação à nossa língua e daí se ter criado um serviço
capaz de dar resposta a este problema, como
é o serviço de tradução telefónica que coloca em transferência a língua
que se pretende traduzir.
No CNAI encontram-se 56
tradutores que dominam outras línguas para além do português. O Serviço de
Tradução Telefónica dirige-se a todos os interlocutores portugueses que
necessitem de comunicar com estrangeiros. O serviço encontra-se disponível para
todo o país de Segunda a Sexta entre as 08:30h e as 20:30h.
Também a coordenadora
do CNAI falou que existe um Programa intitulado Português para Todos, destinado
a imigrantes que não conseguem dominar bem a língua portuguesa. Estes ao
estarem inscritos e ao frequentá-lo têm direito a um certificado que lhes
permitirá o acesso à nacionalidade Portuguesa e também à autorização de
residência
O CNAI atende milhares
de imigrantes, que já ganhou diversos prémios de empreendedorismo. Já receberam
diversas visitas a nível Internacional, uma das visitas foi realizada pela
Rainha da Suécia.
No final visualizámos
um vídeo sobre o CNAI, que foi uma reportagem feita, que se chama DON STOP ON e
no final colocamos algumas questões.
Depois da visita feita
ao CNAI, fomos almoçar e passear um pouco para conhecer melhor a cidade e as
lojas lá existentes.
Na parte da tarde fomos
novamente divididos, sendo que fomos ao bairro da Mouraria, em que o Guia
Francisco Gildo era um jovem que sempre morou no bairro e conhece-o muito bem.
Nesse Bairro, foi dito que existem várias raças, como chineses, Africanos,
entre outros…
Depois fomos visitar o
projecto Intendar-te inserido no programa escolhas, tendo como objectivo
promover o desenvolvimento de competências a nível pessoal, escolar e
profissional de crianças/jovens e pais/cuidadores.
Este projecto
Intendar-te intervém junto das comunidades da junta de freguesia dos anjos e da
junta de freguesia do sul, no qual abrange crianças e jovens de uma forma
directa. Apesar de abranger os dois bairros faz com que permita trabalhar com mais crianças
promovendo o diálogo intercultural destas comunidades.
Neste território existem
várias minorias étnicas e através desta junção dos bairros, estes conseguem
partilhar culturas e saberes o que é óptimo para a sua intervenção.
Também o objectivo
deste projecto é formar os jovens que estão desocupados ou sem emprego e
ligá-los ao empreendedorismo.
Também pretende-se
intervir junto da comunidade dos pais, dos técnicos, da escola e outras
associações do território.
O projecto tem uma
diversidade de actividades como o do som, aulas de hip-hop, dos ateliers
artísticos virados para a musica a guitarra entre outras…
Por
fim, fizemos uma visita à instituição e conhecemos melhor o que lá se faz,
tivemos oportunidade de estar numa sala onde os jovens fazem música, sendo o
sítio muito concorrido pelos jovens.
Depois
das visitas regressamos para Coimbra, onde tudo correu super bem depois de um
dia exaustivo, mas muito enriquecedor. Foi um dia de contacto com muitas
culturas cheio de aprendizagens.
Aula
nº10 ( 08 de Dezembro de
2013)
A
décima aula desta unidade curricular serviu como uma reflexão de tantas coisas
interessantes com que tivemos contacto na visita de estudo a Lisboa realizada
no dia 02 de Dezembro. Abordámos questões acerca da nossa sensibilidade para
com as outras culturas que nos rodeiam ou o sentimento de hospitalidade quando
estamos dentro duma cultura que nos é estranha. Estes são aspectos que fazem
parte de uma identidade. Assim como podemos verificar nos bairros que visitámos
em Lisboa, foi referido também o aspecto das dificuldades da estranheza
cultural em que podemos dizer que os nossos padrões de cultura fazem com que
gostemos mais das pessoas que se comportam da mesma maneira do que nós.
A música foi outro aspecto que
caracterizou a diversidade cultural sendo a identidade ( cultura) que
diferentes países ( ciganos, argentinos, espanhóis), entre tantos outros. Desta
forma tivemos um exercício bastante interessante que consistiu em ouvirmos
diferentes músicas em que teríamos que identificar o país que estava por
detrás.
Além desta, falámos também do aspecto da
alimentação em que eu até referi na aula o facto de ter entrado num
supermercado chinês, ficando surpreendida com tantas coisas diferentes da nossa
cultura que vi e daí ter referido essa minha experiência. Neste contexto, falei
sobre as carnes que estavam expostas na montra e os cheiros horríveis que estas
me proporcionaram de maneira a que eu abandonasse aquele local por ficar tão
incomodada. Alguns dos colegas falaram sobre alguns aspectos que identificavam
as diversas regiões do nosso país, sendo que a turma é composta por alunos de
norte a sul do país e, descobrimos que existem costumes e tradições muito
distintas, como foi o exemplo duma colega
ao dar o testemunho sobre o facto
da mãe aproveitar para comer a crista e a cabeça da galinha, o que me deixou
bastante extupefacta e admirada. Desconhecia tal realidade. Noutras regiões,
como na minha tal coisa não é tradição.
Assim, depois desta conversa em que
fizemos tantas descobertas e de algum modo todos deram o seu testemunho acerca
de algo estranho com que contactaram, por exemplo ao estar noutro país, em
contacto com outras culturas, surgiram novas ideias que poderão ser
fundamentadas no nosso blogue de grupo como as histórias e receitas sobre a
gastronomia no mundo, a música nos diferentes países( diferentes gostos de
música) ou mesmo a escrita chinesa, sendo que foi uma experiência com que tive
contacto no supermercado que visitei, fazendo desta forma uma pesquisa sobre
todos estes aspectos.
Assim
como falo por minha experiência própria, houve uma das minhas colegas que
referiu que esta visita de estudo levou a que pela primeira vez ela estivesse
em contacto com tanta mistura de culturas, não sendo através da televisão, daí
que o contacto directo com certas realidades é sempre diferente de qualquer outro
meio de visualização.
A professora fez referência neste âmbito
do filme de Tony Gatuf, intitulado por “ O estrangeiro louco”, uma referencia
que aborda muitos dos aspectos que estivemos a abordar e interessante também
para colocar no nosso blogue. Estando nós a falar de diferentes culturas,
falamos especificamente na cultura cigana em que foi referido que estes são
fechados a nível de relações sociais relativamente a nós mas, não o são devido
a outro aspecto que é a cultura deles que nos é tão familiar com por exemplo a
música. Deste modo a professora expôs um vídeo com dois rapazes que estavam a
cantar e em que nós tivemos que descobrir se eram de etnia cigana. Viemos então
a descobrir que com aquele tom e melodia da música, estes eram mesmo de etnia
cigana e que eram de Coimbra, mais precisamente do bairro do Ingote. Além
destes pertencerem a uma etnia que enfrenta dia após dia um preconceito e
desvalorização cada vez maior, hoje são artistas que foram à televisão mostrar
a sua arte. Uma aspecto bastante interessante e de realçar pois, habitualmente
não se vê a etnia cigana na televisão. Foi ainda referido que os ciganos são
uma população que se diferencia de tantas outras por ser tão unida.
Para fundamentar a importância de todas estas
pessoas de culturas diversificadas, falámos sobre o projecto que visitámos na visita de estuda a Lisboa, o projecto
Intendar-te, situado no bairro da Mouraria que tem como objectivos a Educação,
a integração dos jovens e a ocupação saudável destes.
Esta aula também foi produtiva ao fazer
referência à mutilação genital feminina, uma prática ainda hoje tão presente em
tantas culturas, em que a mulher não é respeitada e sujeitada a este massacre.
Deste modo visualizámos um filme de cerca de quinze minutos, sendo uma
conferência com o testemunho de uma rapariga que exigiu a valorização à mulher e a importância em
lutar contra esta realidade. Ainda tivemos a oportunidade de realizar uma
espécie de debate em grupos de quatro pessoas sobre a questão “ Consideras umas
culturas superiores às outras? “ em que cada um teve de vestir o papel que lhe
foi atribuído para desenvolver no debate. Um conceito que esteve presente neste
debate , falo pelo meu grupo foi o aspecto do etnocentrismo que consiste em não
olhar para as outras culturas pois a nossa é sempre superior às outras.
Para terminar a aula, a professora referiu
que os relatórios individuais podiam ser entregues até ao Natal, sendo que na
próxima e última aula ela iria definir uma data connosco.
Aula
nº11 (16 de Dezembro de
2013)
Na décima primeira
aula, sendo a última desta unidade curricular,
esta foi dividida em dois momentos. Iniciámos com a apresentação dos livros que cada um leu à turma
em que expunham na parede o cartaz do livro e depois deslocavam-se até
ele para fazer a devida apresentação.
Na segunda parte
realizou-se apresentação do cartaz de grupo, através da plataforma layar ou
não, da visita de estudo a Lisboa, cartaz este que tivesse aqueles elementos e
imagens que melhor caracterizaram a nossa ida a Lisboa.
Foi uma apresentação um pouco rápida , visto que o tempo se tornava
escasso mas, em que ouvimos as opiniões de todos os grupos.
Para concluir esta aula e esta unidade curricular, a professora
distribuiu um conjunto de fotografias em que cada uma escolhia uma e
apresentava-a com uma frase que para ele caracterizava aquilo que via, tendo em
conta a Educação Intercultural. A minha imagem ilustrava uma exposição,
secalhar num museu e a frase com que a identifiquei foi que, o acesso à arte é
um direito de cada um, independentemente da cultura a que se pertença.
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Animação
Socioeducativa
3º
Ano 1º Semestre
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