domingo, 29 de dezembro de 2013

Relatórios individuais das aulas


Escola Superior de Educação de Coimbra


Unidade Curricular: Educação Intercultural

  Docente: Susana Gonçalves

 


 
Animação Socioeducativa
 
                                         3º Ano   1º Semestre                                        
 
 
Trabalho realizado por :
Carina Sofia Bernardo Santos       ( 2011251)
 









 
Aula nº1 (23 de Setembro 2013)
           
Na primeira aula da cadeira Educação Intercultural começámos com uma breve apresentação da docente e também sobre quais eram as nossas expectativas relativamente à unidade curricular. Em grupo, realizámos as nossas ideias sobre aquilo que pensámos que seriam os conteúdos a abordar na cadeira e discutimos sendo que seguidamente a professora deu-nos então a conhecer os verdadeiros conteúdos programáticos desta unidade curricular.
             Tivemos a oportunidade de ter a visita da professora Doutora Maria Dolores Molina (Universidade de Jáen Espanha) que dinamizou a aula sobre o tema “Aprender a Aprender as TIC”. Começou por nos perguntar que tipo de sites pesquisávamos para a elaboração de trabalhos académicos e quais as línguas que utilizávamos nas nossas pesquisas, como por exemplo o francês, o inglês, o espanhol, entre outras. Mostrou-nos também que era importante saber organizar, gerir, seleccionar e transformar a informação para que as nossas competências sejam atingidas. Esta abordagem tinha como objectivo dar a conhecer a importância das TIC na nossa vida académica como via de aprendizagem, em busca de uma gestão e organização  para que a informação recolhida se possa converter em conhecimento, ou seja, sermos capazes de transformá-la para posteriormente utilizá-la em trabalhos académicos. Neste sentido o conhecimento deve ser o produto que resulta da percepção, manipulação, tratamento e processamento da informação. Ainda relativamente à selecção das fontes para a realização de um trabalho, a Doutora deu-nos alguns aspectos que se referiam a estas como fulcrais à realização de uma pesquisa bem elaborada.
  À primeira vista, sendo que apenas conhecia o nome da cadeira, aquilo que considerei que fossem os aspectos a abordar naquela unidade curricular estariam ligados com o conceito de Cultura, Educação Intercultural, a definição de Educação e Interculturalidade, Minorias étnicas, Identidade, Diversidade Cultural, Emigração e o papel do Animador Socioeducativo para a Educação Intercultural. Este foi um trabalho que realizámos em grupos de trabalho e depois cada grupo expunha as suas ideias de forma organizada para que se pudesse gerar uma discussão oportuna sobre as ideias de cada grupo, chegando à conclusão que todos os grupos tinham ideias iguais e muitas parecidas.
 
 Depois de já termos discutido as nossas ideias e sabermos aquilo que iamos abordar nesta Unidade Curricular, a professora Susana propôs nos um trabalho de casa para a aula seguinte que consistia que em grupo procurássemos o conceito de Educação Intercultural, para que na aula seguinte cada grupo apresentasse o seu trabalho.
 
Aula nº2 (30 de Setembro de 2013)
 
Na segunda aula desta unidade curricular, iniciámos com a apresentação por grupo do trabalho de casa proposto na aula anterior que se baseava na busca de informação sobre o conceito de Educação Intercultural, e relacionar/comparar este conceito ao conceito que a docente nos disponibilizou na plataforma/ materiais de apoio.
De seguida, a professora começou a falar sobre os parâmetros em que nos iria avaliar na cadeira, iniciando com a proposta da criação de um blogue em grupos de trabalho (de 6 a 7 elementos) já para a aula seguinte, onde poderíamos à medida que vamos dando a matéria ir colocando informações relacionadas, como imagens, cartoons, documentos entre tantas outras coisas que achássemos pertinentes.  Os conteúdos que lá colocaríamos tanto podem ser do grupo como também podem ser alguns individuais como por exemplo algo que cada um encontrasse que achasse curioso, e ainda que poderemos abordar essa informação em diversas línguas, sendo um aspecto que está bastante relacionado com as diversas culturas. Dentro desse trabalho individual temos por exemplo um relatório escrito de cada aula, ou seja as reflexões sobre os conteúdos abordados.
 Abordámos ainda aspectos relacionados com o que origina uma Cultura como a memória colectiva ou a memória de uma cultura e daí, surge uma conversa bastante interessante acerca do porquê dos nossos nomes, isto é quem é que escolheu o nosso nome e os nossos nomes dentro da cultura em que nos inserimos. Com isto a  professora fez-nos uma proposta de imediato para os nossos blogues em que poderíamos desenvolver este tema a partir das ligações dos conceitos de Identidade e  Cultura , onde a identidade é diferente de pessoa para pessoa, ou seja, esta identidade desenvolve-se dentro de um meio social onde estamos inseridos e até das nossas próprias experiências da vida,  e daí escrevermos sobre quem somos, como os outros nos vêem e como somos com os outros. Ainda relativamente à cultura, esta relacionada com os diferentes nomes, realizámos um exercício na aula em que alguns colegas se voluntariaram a dar o seu testemunho sobre o seu nome e a história que está por de trás  dos pais, padrinhos ou outros familiares terem optado por este, o que nos deixou a pensar neste assunto, sendo que foi uma coisa em que muitos de nós nunca nos tínhamos  questionado.
  Sendo que o nosso nome já é cultura, ou seja, aquilo que nos identifica como pessoa já está relacionado com a cultura em que nos inserimos, terá sido este escolhido devido ao cristianismo, sendo que está ligado à religião ou outros motivos  levaram os pais ou outros familiares a escolher o nosso nome. Deste modo, ficou no ar outra proposta para o nosso blogue  que consiste em tentar perceber os aspectos que estão por detrás da escolha de um dado nome, não só em Portugal como em muitos outros países, isto é, outras culturas. Ainda tivemos a oportunidade de conhecer dois nomes de filmes que estão relacionados com a matéria que estivemos a abordar na aula, sendo eles a Geração roubada e o Hotel Ruanda em que poderemos ver os dois em grupo e depois fazer uma comparação entre eles.
 
 
Aula nº3 (07 de Outubro de 2013)
 
                    Na terceira aula a docente cedeu-nos logo no inicio da aula um livro cujo o titulo se intitula por “ Educação Multicultural e para os Direitos Humanos” materiais de apoio às escolas e aos educadores/professores editado pela Escola Superior de Educação de Coimbra. Este livro pode ser um instrumento crucial para o nosso futuro enquanto Animadores Socioeducativos uma vez que contém informações e dinâmicas bastante pertinentes.
         Neste contexto, a docente abordou as questões sobre a  busca do desenvolvimento, a análise das desigualdades sociais, económicas, politicas que favorecem as migrações e os desequilíbrios de Norte-Sul entre os países desenvolvidos e subdesenvolvidos ou em vias de desenvolvimento em que debatemos esta temática em aula. Deste modo, a professora informou-nos que naquela aula iríamos jogar um jogo, uma aula diferente e bastante dinâmica.
 A docente colocou então um jogo de tabuleiro na mesa e pediu 20 voluntários para jogar, ficando os restantes colegas  a observar e tirar notas. Os 20 voluntários ter-se-iam que dividir em 4 grupos com 5 elementos para cada equipa e posteriormente escolherem a cor dos pins com que se jogava. Foi distribuído a cada grupo um determinado número de massas/feijões (21 massas/ feijões às equipas azul, vermelha e verde e 7 massas/ feijões à equipa amarela). Assim, com os meios necessários, deu-se início ao jogo, em que ao longo do tempo nos deparámos que o grupo amarelo estava mais avançado que os restantes grupos, sabendo nós que as regras do jogo tinham sido mudadas mas não compreendendo a razão do porquê do seu avanço relativamente  às outras equipas, sendo que no final do jogo tudo fez sentido e percebemos finalmente que a cor amarela estava favorecida desde o inicio, sendo que as outras estariam sempre inferiorizadas, tirando todos juntos conclusões válidas.
Contudo a equipa amarela era a favorecida, pois era um país que estava em desenvolvimento e foi essa a razão para que as casas incógnitas lhe oferecessem benefícios, como  por exemplo esta equipa conseguir apanhar sempre as massas/ feijões das outras equipas.  As outras equipas não estavam sujeitas a estes benefícios, sendo que ainda eram punidas sem perceberam a razão como passar pelas mesmas incógnitas e   retroceder casas ou dar massas à equipa amarela. Todos juntos chegámos a conclusões  como o tema do jogo que era os desequilíbrios dos recursos humanos e do desenvolvimento, abordando no meio da questão outros temas que estavam ligados como o FMI. Era um jogo com quatro equipas, sendo que cada uma delas tinha os seus recursos ( uns minérios/ ouro) e outros não tinham qualquer tipo de riqueza. No decorrer do jogo, as equipas tentaram sempre ter o objectivo de ganhar sem pensarem nos outros, o que acontece cada vez mais na sociedade em que vivemos pois as pessoas são bastante cruéis, daí haverem grandes desequilíbrios entre países. Com isto podemos assistir a uma África cada vez mais pobre e uma Europa cada vez mais  rica. Assim como estava a acontecer na jogo, cada vez mais assistimos à sobrevivências dos países e às politicas internacionais. Este jogo serviu então para compará-lo ao mundo em que vivemos, sendo fácil de o perceber. Posto isto, o objectivo deste jogo era que os países em desenvolvimento adquirissem riqueza para uma melhor qualidade de vida, daí a equipa amarela estar sempre a ser favorecida perante as outras.
Pasto isto e chegando ao fim do jogo e da aula, a docente solicitou aos grupos que criassem um jogo adaptado, material para colocar no nosso blogue de grupo para crianças com idades compreendidas dos 7 aos 12 anos, de forma simples e com uma linguagem simples àquelas idades.
 
 
Aula nº4 (14 de Outubro de 2013)
 
 
Na quarta aula desta unidade curricular , a docente falou de uma visita de estudo a Lisboa  que nós iríamos ter a oportunidade de ter que se vai realizar no dia 2 de Dezembro, em que nos falou ao pormenor sobre algumas situações que poderiam eventualmente acontecer, uma vez que não se sabe muito bem se será necessário pagarmos algumas despesas para a visita, mas depois ainda nos irá dar mais informações mais detalhadas assim que as tiver. Sugeriu-nos para levarmos máquina fotográfica.
Depois de nos dar as informações que pretendia dar no inicio da aula, apresentou-nos um livro do autor Shawn Tan, intitulado “Emigrantes”, sendo um livro  apenas um livro composto por ilustrações que retrata Graphic novel sem palavras, baseado em histórias de imigrantes, de diferentes países e períodos históricos. Este livro é  uma narrativa alegórica, centrada na experiência de um homem obrigado a deixar a esposa e filha para viver do outro lado do oceano. Entre as ruas da cidade abandonada, projeta-se a sombra de um animal gigantesco, símbolo de ameaças cuja natureza política, económica, ambiental  não se pode determinar. Por isso o homem parte para o exílio, em busca de um lugar mais seguro onde possa viver com sua família. Esta  narrativa for sendo descoberta por todos nós à medida que íamos vendo as imagens e dizendo os sentimentos que elas nos transmitiam.
A história do livro aborda então a viagem e as dificuldades encontradas num  país estrangeiro, viagem esta de um ou mais anos. As dificuldades verificavam-se como   a dificuldade da língua e dos costumes, objectos e máquinas desconhecidos, culturas diferentes com pessoas diferentes... No decorrer da história, percebe-se que o protagonista vai conseguindo sobreviver, levando com ele apenas uma mala e pouco dinheiro. Este com a circunstância a que se está a sujeitar  aprende a se desenrascar, a encontrar comida a partir das possibilidades que levava com ele, arranja um lugar onde dormir e,  depois de já estar estabilizado, tendo onde viver, arranja então um trabalho.  Tem a sorte de conseguir a ajuda por parte de vários estranhos, muitos dos quais imigrantes como ele, pessoas estas a quem foi necessário   abandonar a terra natal por diversos motivos (guerras, epidemias, perseguições políticas etc.).
 
 
  Shaun Tan, autor e ilustrador desta obra, nasceu em 1974, em Perth, Austrália. Formou-se em 1995 pela Universidade da Austrália Ocidental nos cursos de Belas-Artes e Literatura Inglesa. Iniciou sua carreira ilustrando histórias de horror e ficção científica em revistas de pequena circulação. Desde então recebeu inúmeros prêmios e foi publicado em diversos países. Em 2001, Tan foi nomeado melhor artista no World Fantasy, Montreal, Canadá, pelo conjunto da obra. Já trabalhou também em filmes de animação dos estúdios Blue Skye e Pixar.
 
 O livro remetia-nos para aquela ideia que todos aprendemos em que naquele tempo  o homem emigrava à procura de uma vida melhor para sustentar a família que deixava na sua terra natal para depois voltar mais tarde, sendo que a mulher ficava em casa a tratar dos filhos. Por outro lado também retratava o medo, em que nas imagens era evidente  com um animal que transmitia algo de mau pois, o homem ia à descoberta daquilo que não conhecia.  Ficámos a conhecer desta forma uma outra maneira diferente de ler um livro bastante interessante para ser dinamizada com crianças enquanto Animadores Socioeducativos.
      Depois disto, a docente deu como tarefa obrigatória  a todos até ao final do semestre que consistia na leitura de um livro, um romance, literatura do mundo, para posteriormente apresentarmos e fazermos uma ficha de leitura do livro para colocar no blogue.
Por fim, visualizamos um filme sobre emigração clandestina “Estranhos de Passagem” sendo um filme que retratava a imigração clandestina em que um jovem mais o seu tio vão em busca de uma vida melhor em Londres. Este filme evidenciava como eles iniciam a sua viagem em terra, mas também o facto do jovem não possuír qualquer tipo de documentação e daí terem que ir por terra. Passam por diversas situações desastrosas durante a sua viagem até serem apanhados pela polícia e reencaminhados para o seu ponto de partida. Contudo voltam a iniciar a viagem mas desta vez mais complicada, pois vão dentro de um contentor onde por sua vez vão com mais pessoas.  Estes vão numa viagem bastante arriscada e sem condições, o que ainda é bastante visível nos dias de hoje, acabando por não resistir o tio.
 
No final do filme, Jamal encontra-se  em Itália, mas a vender na rua para angariar dinheiro para a sua viagem para Londres,  sendo que este  está numa praça e rouba uma carteira a um casal que ali se encontrava.
Este acaba por viajar em direcção a Londres, onde é interceptado pela autoridade Londrina  que vai  ter com ele,  tendo este que permanecer no país até concluir os 18 anos de idade. Posto isto, a professora deixou a questão no ar para que pensássemos para a próxima aula sobre “ Será que o rapaz devia ser preso por ter roubado a carteira?”
Para concluir a docente pediu aos grupos para que na aula seguinte colocassem  3 perguntas para fazer um debate sobre as temáticas  abordadas  e a leitura sobre “Minorias passado e presente para a dinamização da mesma”, texto que se encontra disponível  na plataforma. Este debate será inspirado na emigração dos tempos modernos.   Deixou-nos   ainda  a curiosidade em   visualizarmos o filme “ Estranhos de passagem”.
 
Aula nº5 ( 21 de Outubro de 2013)
 
Na quinta aula tivemos a visita e a oportunidade  de ter uma aula diferente mais uma vez com a presença  da professora Maria Dolores, vinda de Espanha.  Esta começou por fazer-nos algumas questões sobre o o conhecimento que tínhamos da  multiculturalidade e de seguida sobre a Interculturalidade e as diferenças de ambas.
Neste sentido a multiculturalidade são várias culturas e a interculturalidade são culturas diferentes que estão misturadas umas com as outras, isto é, a interculturalidade engloba-se na multiculturalidade. Também falou da importância das TIC nas escolas como o meio essencial para o conhecimento das diferentes culturas e a forma de vida de cada um. Fez referência ao projecto  “La Vuelta Al Mundo En 80 Contos”   crucial para o conhecimento de outras culturas.
 Mostrou também alguns blogues sobre os projectos em que esta esteve inserida que foram  bastante interessantes para tirarmos algumas ideias que podem ser úteis agora e no futuro.
De seguida, ocorreu um debate sobre a emigração ilegal e o multiculturalismo, este que era dinamizado por grupos, cada grupo apresentando as suas três questões em que tinham pensado, dando a palavra a todos. Para resumir tudo isto e para concluir, os nossas  colegas de Erasmos abordaram a situação em Ceuta e como ainda hoje é patente esta situação real da emigração ilegal.
     Imigração ilegal ou imigração clandestina refere-se à imigração para além das fronteiras nacionais com a violação de leis de imigração do país de destino.
 A imigração ilegal pode implicar várias questões sociais, como na economia, bem-estar social, educação, cuidados de saúde, escravidão, a prostituição, criminalidade, protecções legais, os direitos de voto, os serviços públicos e direitos humanos, entre tantos outros. Depois de termos contacto com tantas informações acerca deste tema, bem presente no mundo em que vivemos, em qualquer país, a docente lançou-nos um desafio bastante interessante, que consistia em entrevistar uma pessoa que esteja emigrada cá ou já foi emigrante que esteve ou tem num trabalho duro, tentando perceber a perspectiva dela relativamente à  adequação a uma diferente cultura, um diferente país. Assim decidi de imediato fazer uma entrevista  à minha colega de casa, de nacionalidade espanhola, estando a viver em Coimbra a trabalhar  quase a três anos na sua área profissional.
Ficou bastante  explicito nesta aula  que a cultura romana  está directamente ligada à identidade de um povo e que a multiculturalidade  se entende por ser a mistura/ diversidade de culturas, enquanto que  a interculturalidade é a ligação por exemplo entre duas culturas. Estes aspectos e a diferença entre eles ficaram esclarecidos uma vez que muitos de nós ainda tínhamos algumas dúvidas.
 
 
Aula nº6 ( 03 de Novembro de 2013)
 
         Nesta sexta aula, iniciámos com algumas informações acerca de pormenores da visita de estudo a Lisboa que irá decorrer no dia 2 de Dezembro e onde a professora precisou de ter conhecimento sobre quem realmente iria à visita para depois marcar o autocarro e saber a quantidade de lugares. Voltou a lembrar todos nós em que parâmetros nos avalia e que a visita de estudo será um aspecto bastante interessante para nós mas também um aspecto em que irá valorizar enquanto parâmetro avaliativo. Como alguém lhe foi dizer que haviam elementos dos grupos do blogue que não estavam a trabalhar, este fez ainda referência que cada um deve ser responsável e que cada grupo não deve ter problemas em enfrentar essa pessoa porque a professora avalia o blogue em grupo e não sabe quem trabalha ou não. Mostrou-nos que devemos dizer a essa pessoa que se não trabalha não faz parte do grupo, eliminando-a de um trabalho em que esta não está a colaborar.
  Tivemos mais uma vez uma convidada, também espanhola, a professora Camino Lopez da Universidade de Salamanca Norte, que se encontra ainda a concluir o Doutoramento e é especialista em tecnologia educativa sobre as TIC e a arte em Educação Intercultural, tendo como obras o desenho e a pintura. A Docente e a Camino Lopez  já se conheciam, conheceram-se através de um projecto intercultural à escala global, sendo que a nossa professora achou interessante uma aula dada por ela e decidiu convidá-la ao que esta mostrou bastante gosto. Disseram-nos logo antes da professora convidada começar o seu discurso que ela estaria connosco nesta aula para dar uma aula sobre seminário e que daqui a duas semanas, sendo que na aula seguinte não haveria aula, ela voltaria a visitar-nos, desta vez dando uma aula sobre workshop, pedindo que cada um levasse computador, telemóvel android , tablet, dentro do que melhor cada um tiver disponibilidade, para podermos trabalhar em rede.
A convidada iria desenvolver a sessão através do tema “ As TIC, as artes e o diálogo cultural”. Deu-nos a conhecer um projecto internacional de exposições interculturais a Mailarte, que consiste numa reflexão de um mundo de tecnologias, como a forma de transmitir conhecimento, pois algumas pessoas não sabiam ler nem escrever e desta forma   as imagens nas igrejas, catedrais, entre outros locais levavam a que as pessoas sentissem que o conhecimento as rodeava.  Falou também  da  versão educativa de presi, onde tem muitas informações, como vídeos, fotos, esta versão que já se vê a ser utilizada por alunos, em substituição do power-point, na apresentação de trabalhos.
      Na segunda parte da aula a professora Camino falou-nos no concerso Iberico de Invacion educativa com as TIC, no programa layar,  que consiste numa prática muito simples de fazer, prática esta que nós desconhecíamos, em que basta digitalizar uma imagem, fazer print no telemóvel e fica a informação desde o ponto de onde estou e os seus sítios de interesse, ou seja aparecem todos os aspectos que caracterizam aquela imagem, alargando o nosso conhecimento, não necessitando de ir em busca de informação pois ela vem ter connosco. O telemóvel reconhece automaticamente a imagem virtual em cima da imagem, onde nos foi explicado todos os passos para o fazer. A partir da explicação, cada grupo deverá criar uma conta layar, no site, arranjar uma imagem e depois pôr em prática aquilo que nos foi explicado para depois colocar no nosso blogue de grupo. Abordou aspectos também ligados ao youtube e a partilha de imagens neste sitio,, Google Play, market android, Google glass, Google plus entre tantos outros. Também abordou  algumas das ferramentas fiáveis que são programas que só seleccionam a informação que nós pretendemos.
Abordou ainda o tema  da identidade virtual que tem de estar muito presente para que a nossa imagem retrate  a forma como nós somos e não o contrário, aspecto bastante importante para que para arranjar emprego se torne mais fácil. Não devemos por exemplo ter fotos menos próprias na nossa página porque isso pode meter em causa a nossa escolha para um dado emprego. Mostrou um grupo do facebook, em que são pessoas que não se conhecem mas tem objectivos e interesses em comuns como é o caso de Juan Domingo  que é uma pessoa que faz várias investigações, e Camino falou que aprendeu muito no facebook  com aquilo que ia pesquizando.
Falou-nos também do ted-ideias worth spreading, sendo um site em que consiste no assistir de diversas conferências durante 15 a 20m sobre temas interessantes de várias partes do mundo.
Referiu ainda que tem no seu facebook 405 amigos que nunca as viu ao vivo, mas conhece os seus trabalhos que é de seu interesse, basta ter uma pessoa para que se abra um leque de conhecimentos, sendo que percebeu que todos nós tínhamos uma conta no facebook e que isso pode ser motivo para estarmos sempre actualizados no mundo.
Por fim a docente lançou-nos o desafio de fazer uma pesquisa de redes ou sites no domínio de educação intercultural ou de animação socioeducativa, como também no facebook grupos que sejam importantes para nós como futuros animadores e ainda de um  filme de Hanah Arendt. A professora Camino distribui um cartão seu pessoal onde nos meteu à vontade para a contactar sempre que necessário e disse-nos que podemos criar o nosso assim como ela fez. Esta criou a sua imagem de fundo e colocou os dados fundamentais que a identificam, fazendo referência ao facto de não ter colocado a profissão, este que é um aspecto que pode ser instável e como era um cartão definitivo não deverá fazer essa referência.
Deste modo, a docente  lançou-nos um desafio que consistia na construção do nosso cartão pessoal.
 
 Aula nº7 ( 18 de Novembro de 2013)
 
Na sétima aula desta unidade curricular,15 dias depois da última, sendo que à uma semana atrás não foi possível haver aula, tivemos então a segunda e última visita da professora Camino para nos dar a aula sobre workshop, iniciando com  a construção do poster, para posteriormente trabalharmos no layar para a realidade aumentada, em que a Professora Camino dinamizou esta aula sobre o tema: TIC e Interculturalidade.
Mostrou de como devemos ser criativos para a realidade aumentada e abordou também a importância de o fazermos para num futuro a nível profissional.
Antes de iniciarmos  o nosso cartaz de forma criativa, a Professora Camino deu-nos a conhecer desenhos de realidade aumentada, como um pássaro a comer minhocas, o que foi bastante  interessante porque víamos o animal a exercer os diversos movimentos e de seguida  a Professora Camino pediu dois voluntários para pintar os desenhos para depois fazer a experiência da mesma, sendo ainda mais engraçado visualizar com tantas cores.
 Sendo que cada grupo trouxe os materiais necessários a meter os conhecimentos em prática da aula anterior, cda grupo teve que se registar na conta layar para dar seguimento ao que se pretendia. Os grupos começaram  então a trabalhar nos cartazes para depois fazer a apresentação em aula dos trabalhos realizados pelos grupos, da forma como construíram e quais as informações publicadas, como religiões, gastronomia, música, entre tantos outro aspectos que caracterizavam aquilo que expúnhamos na imagem do cartaz.
Referiu ainda algumas plataformas gratuitas como a Augment ,Aurasma, Sculp ou colorpp.
Para concluir, a docente deixou como sugestões utilizar a plataforma layar para a apresentação do nosso livro à turma, através da realidade aumentada ou imaginar um projecto com crianças usando a realidade aumentada sobre a interculturalidade.
 
 
 
Aula nº8 ( 25 de Novembro de 2013)
 
Na oitava aula, a professora iniciou dando algumas informações como já tem vindo sendo hábito dá-las nos primeiros 5 minutos de aula sobre quando poderíamos entregar os relatórios individuais, dizendo que poderíamos  acordar depois uma data para ser depois das aulas terminarem.
Entretanto, a professora disse-nos que iríamos ter uma aula diferente em que cada um de nós iria ter de reflectir sobre alguns aspectos com que nos iríamos deparar. Começámos por dizer aquilo que nos vinha ao primeiro pensamento acerca de frases escritas que nos diziam alguma coisa. Este exercício relacionava-se com a cultura na mente do observador. Ao fim de terminarmos, tirámos as nossas conclusões, cada um enumerando as suas ideias. De seguida, voltámos a responder a outras questões, estas referentes à interpretação por alguém duma cultura que chega sempre meia hora atrasada. Tirámos as nossas devidas conclusões. A professora referiu que nunca se deve chegar atrasado a um jantar mas também nunca se deve chegar meia hora antes pois, a dona da casa pode ainda não ter as coisas preparadas para receber os seus convidados. Posto isto, concluímos com a ideia de que  as nossas interpretações dependem da nossa mente e da nossa experiência pessoal sendo que a mesma realidade pode ser interpretada de muitas maneiras diferentes dependendo das várias pessoas que as interpretam e que devemos desenvolver comportamentos de aceitação e respeito por culturas diferentes sendo que se por exemplo, conhecermos alguém de uma cultura que come sem talheres, devemos fazer o mesmo com eles para que estes não se sintam mal ao pé de nós. Ainda  fizemos uma espécie de teste sobre o que é a sensibilidade intercultural em que tive contacto com a minha escala sobre este tema. A sensibilidade intercultural pode ser conceptualizada como a capacidade de um individuo para desenvolver as emoções positivas  que promovem a compreensão e a apreciação das diferentes culturas e a mudança apropriada e afectiva no comportamento intercultural. Avaliámo-nos  em 5 factores sendo eles o envolvimento intercultural, o respeito pelas diferenças culturais, a confiança na interacção, o prazer na interacção e a atenção na interacção. A avaliação da sensibilidade intercultural podia ser de quatro tipos : Boa, média , elevada e fraca.
Este teste significou então a capacidade de ter emoções positivas a respeito das diferenças culturais, tornando a comunicação intercultural mais eficaz.
Para terminar, ainda visualizámos alguns excertos de vídeos acerca de diferentes culturas e como alguns comportamentos podem ser interpretados de formas tão diferentes em países diferentes com culturas opostas como um simples beijo ou toque numa pessoa, podendo ser estes comportamentos punidos por lei.
 
Aula nº9 ( 02 de Dezembro de 2013)
 
 
No dia 2 de Dezembro de 2013, saímos de Coimbra por volta das 8h, meia hora de atraso, uma vez que estivemos à espera de restantes alunos. Quando saímos às 8 da manhã, o passeio foi muito tranquilo, pois ainda estávamos todos ensonados por termos acordado bastante cedo do que é normal. Chegámos a Lisboa por volta das 11 horas da manhã e fomos directos para o centro de apoio a imigrantes (CNAI), isto da parte da manhã e à tarde realizou-se a visita pelos bairros críticos de Lisboa e ao Projecto Programa Escolhas (Projecto Interdar- te)  .
Fomos divididos em dois grandes grupos no CNAI (Centro Nacional de Apoio ao Imigrante). A Coordenadora com a qual ficamos informou que em Portugal existem CNAI`S em três pontos do País, Lisboa, Porto e Faro. E além dos CNAI´S podem, também encontrar CLAII (Centros Locais de Apoio à Integração de Imigrantes) estes centros  que podemos encontrar nos pontos do País abrangendo também as nossas ilhas.
Dentro do CNAI tivemos a oportunidade de conhecer  diversos gabinetes como o de apoio ao emprego, o de apoio à qualificação, o de apoio ao empreendorismo, o de apoio e triagem, o de apoio à saúde, o de empreendorismo imigrante, o de apoio técnico às associações de imigrantes, o de apoio à educação, o de apoio jurídico, o de apoio social e o de apoio ao consumidor. No CNAI também podemos encontrar uma dependência bancária, um espaço criança onde se encontra uma mediadora sociocultural para que os pais possam tratar melhor os seus assuntos, uma conservatória, um serviço de estrangeiros sem fronteiras, a segurança social e a conservatória dos registos centrais e jurídico, isto para que os emigrantes possam tratar de toda a documentação entre outros sem deslocarem-se a outras entidades.
            A 13 de Março de 2003 O CNAI de Lisboa foi criado, para que pudesse ter um serviço telefónico de atendimento, que funciona nas instalações “Linha SOS Imigrantes” este que é um serviço que fala em 10 línguas.
Uma das dificuldades destes imigrantes é a adaptação à nossa língua e daí se ter criado um serviço capaz de dar resposta a este problema, como  é o serviço de tradução telefónica que coloca em transferência a língua que se pretende traduzir.
No CNAI encontram-se 56 tradutores que dominam outras línguas para além do português. O Serviço de Tradução Telefónica dirige-se a todos os interlocutores portugueses que necessitem de comunicar com estrangeiros. O serviço encontra-se disponível para todo o país de Segunda a Sexta entre as 08:30h e as 20:30h.
Também a coordenadora do CNAI falou que existe um Programa intitulado Português para Todos, destinado a imigrantes que não conseguem dominar bem a língua portuguesa. Estes ao estarem inscritos e ao frequentá-lo têm direito a um certificado que lhes permitirá o acesso à nacionalidade Portuguesa e também à autorização de residência
O CNAI atende milhares de imigrantes, que já ganhou diversos prémios de empreendedorismo. Já receberam diversas visitas a nível Internacional, uma das visitas foi realizada pela Rainha da Suécia.
No final visualizámos um vídeo sobre o CNAI, que foi uma reportagem feita, que se chama DON STOP ON e no final colocamos algumas questões.
Depois da visita feita ao CNAI, fomos almoçar e passear um pouco para conhecer melhor a cidade e as lojas lá existentes.
Na parte da tarde fomos novamente divididos, sendo que fomos ao bairro da Mouraria, em que o Guia Francisco Gildo era um jovem que sempre morou no bairro e conhece-o muito bem. Nesse Bairro, foi dito que existem várias raças, como chineses, Africanos, entre outros…
Depois fomos visitar o projecto Intendar-te inserido no programa escolhas, tendo como objectivo promover o desenvolvimento de competências a nível pessoal, escolar e profissional de crianças/jovens e pais/cuidadores.
Este projecto Intendar-te intervém junto das comunidades da junta de freguesia dos anjos e da junta de freguesia do sul, no qual abrange crianças e jovens de uma forma directa. Apesar de abranger os dois bairros faz com que  permita trabalhar com mais crianças promovendo o diálogo intercultural destas comunidades.
Neste território existem várias minorias étnicas e através desta junção dos bairros, estes conseguem partilhar culturas e saberes o que é óptimo para a sua intervenção.
Também o objectivo deste projecto é formar os jovens que estão desocupados ou sem emprego e ligá-los ao empreendedorismo.
Também pretende-se intervir junto da comunidade dos pais, dos técnicos, da escola e outras associações do território.
O projecto tem uma diversidade de actividades como o do som, aulas de hip-hop, dos ateliers artísticos virados para a musica a guitarra entre outras…
 
Por fim, fizemos uma visita à instituição e conhecemos melhor o que lá se faz, tivemos oportunidade de estar numa sala onde os jovens fazem música, sendo o sítio muito concorrido pelos jovens.
Depois das visitas regressamos para Coimbra, onde tudo correu super bem depois de um dia exaustivo, mas muito enriquecedor. Foi um dia de contacto com muitas culturas cheio de aprendizagens.
 
Aula nº10 ( 08 de Dezembro de 2013)
      
A décima aula desta unidade curricular serviu como uma reflexão de tantas coisas interessantes com que tivemos contacto na visita de estudo a Lisboa realizada no dia 02 de Dezembro. Abordámos questões acerca da nossa sensibilidade para com as outras culturas que nos rodeiam ou o sentimento de hospitalidade quando estamos dentro duma cultura que nos é estranha. Estes são aspectos que fazem parte de uma identidade. Assim como podemos verificar nos bairros que visitámos em Lisboa, foi referido também o aspecto das dificuldades da estranheza cultural em que podemos dizer que os nossos padrões de cultura fazem com que gostemos mais das pessoas que se comportam da mesma maneira do que nós.
A música foi outro aspecto que caracterizou a diversidade cultural sendo a identidade ( cultura) que diferentes países ( ciganos, argentinos, espanhóis), entre tantos outros. Desta forma tivemos um exercício bastante interessante que consistiu em ouvirmos diferentes músicas em que teríamos que identificar o país que estava por detrás.
Além desta, falámos também do aspecto da alimentação em que eu até referi na aula o facto de ter entrado num supermercado chinês, ficando surpreendida com tantas coisas diferentes da nossa cultura que vi e daí ter referido essa minha experiência. Neste contexto, falei sobre as carnes que estavam expostas na montra e os cheiros horríveis que estas me proporcionaram de maneira a que eu abandonasse aquele local por ficar tão incomodada. Alguns dos colegas falaram sobre alguns aspectos que identificavam as diversas regiões do nosso país, sendo que a turma é composta por alunos de norte a sul do país e, descobrimos que existem costumes e tradições muito distintas, como foi o exemplo duma colega  ao dar o testemunho sobre o  facto da mãe aproveitar para comer a crista e a cabeça da galinha, o que me deixou bastante extupefacta e admirada. Desconhecia tal realidade. Noutras regiões, como na minha tal coisa não é tradição.
Assim, depois desta conversa em que fizemos tantas descobertas e de algum modo todos deram o seu testemunho acerca de algo estranho com que contactaram, por exemplo ao estar noutro país, em contacto com outras culturas, surgiram novas ideias que poderão ser fundamentadas no nosso blogue de grupo como as histórias e receitas sobre a gastronomia no mundo, a música nos diferentes países( diferentes gostos de música) ou mesmo a escrita chinesa, sendo que foi uma experiência com que tive contacto no supermercado que visitei, fazendo desta forma uma pesquisa sobre todos estes aspectos.
 Assim como falo por minha experiência própria, houve uma das minhas colegas que referiu que esta visita de estudo levou a que pela primeira vez ela estivesse em contacto com tanta mistura de culturas, não sendo através da televisão, daí que o contacto directo com certas realidades é sempre diferente de qualquer outro meio de visualização.
A professora fez referência neste âmbito do filme de Tony Gatuf, intitulado por “ O estrangeiro louco”, uma referencia que aborda muitos dos aspectos que estivemos a abordar e interessante também para colocar no nosso blogue. Estando nós a falar de diferentes culturas, falamos especificamente na cultura cigana em que foi referido que estes são fechados a nível de relações sociais relativamente a nós mas, não o são devido a outro aspecto que é a cultura deles que nos é tão familiar com por exemplo a música. Deste modo a professora expôs um vídeo com dois rapazes que estavam a cantar e em que nós tivemos que descobrir se eram de etnia cigana. Viemos então a descobrir que com aquele tom e melodia da música, estes eram mesmo de etnia cigana e que eram de Coimbra, mais precisamente do bairro do Ingote. Além destes pertencerem a uma etnia que enfrenta dia após dia um preconceito e desvalorização cada vez maior, hoje são artistas que foram à televisão mostrar a sua arte. Uma aspecto bastante interessante e de realçar pois, habitualmente não se vê a etnia cigana na televisão. Foi ainda referido que os ciganos são uma população que se diferencia de tantas outras por ser tão unida.
 Para fundamentar a importância de todas estas pessoas de culturas diversificadas, falámos sobre o projecto que visitámos  na visita de estuda a Lisboa, o projecto Intendar-te, situado no bairro da Mouraria que tem como objectivos a Educação, a integração dos jovens e a ocupação saudável destes.
Esta aula também foi produtiva ao fazer referência à mutilação genital feminina, uma prática ainda hoje tão presente em tantas culturas, em que a mulher não é respeitada e sujeitada a este massacre. Deste modo visualizámos um filme de cerca de quinze minutos, sendo uma conferência com o testemunho de uma rapariga que exigiu  a valorização à mulher e a importância em lutar contra esta realidade. Ainda tivemos a oportunidade de realizar uma espécie de debate em grupos de quatro pessoas sobre a questão “ Consideras umas culturas superiores às outras? “ em que cada um teve de vestir o papel que lhe foi atribuído para desenvolver no debate. Um conceito que esteve presente neste debate , falo pelo meu grupo foi o aspecto do etnocentrismo que consiste em não olhar para as outras culturas pois a nossa é sempre superior às outras.
Para terminar a aula, a professora referiu que os relatórios individuais podiam ser entregues até ao Natal, sendo que na próxima e última aula ela iria definir uma data connosco.
 
Aula nº11 (16 de Dezembro de 2013)
 
Na décima primeira aula, sendo a última desta unidade curricular,  esta foi dividida em dois momentos. Iniciámos com a apresentação  dos livros que cada um leu  à turma  em que expunham na parede o cartaz do livro e depois deslocavam-se até ele para fazer a devida apresentação.
Na segunda parte realizou-se apresentação do cartaz de grupo, através da plataforma layar ou não, da visita de estudo a Lisboa, cartaz este que tivesse aqueles elementos e imagens que melhor caracterizaram a nossa ida a Lisboa. 
    Foi uma apresentação um pouco rápida , visto que o tempo se tornava escasso mas, em que ouvimos as opiniões de todos os grupos.
    Para concluir esta aula e esta unidade curricular, a professora distribuiu um conjunto de fotografias em que cada uma escolhia uma e apresentava-a com uma frase que para ele caracterizava aquilo que via, tendo em conta a Educação Intercultural. A minha imagem ilustrava uma exposição, secalhar num museu e a frase com que a identifiquei foi que, o acesso à arte é um direito de cada um, independentemente da cultura a que se pertença.
 








Animação Socioeducativa

3º Ano   1º Semestre


    
    
    

Escola Superior de Educação de Coimbra


















 
Relatórios individuais das aulas

 

 Unidade Curricular: Educação Intercultural

  Docente: Susana Gonçalves

 

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