Cartaz realizado com o programa Layar
Ficha de catalogação e análise de obra literária
Curso: Animação Socioeducativa
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Turma: Educação Intercultural
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Nome do estudante: Ana Margarida Almeida Quintas
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Titulo
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Comboio para o Paquistão
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Autor
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Khushwant Singh
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Ano de publicação do original
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2007
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Editora (Portugal)
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Cavalo de Ferro
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País/ contexto cultural de referência
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Passa-se na Índia – aqui é retratado o fim do colonialismo inglês na Índia e a criação do novo Estado do Paquistão
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Breve nota biográfica e obra do autor
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Khushwant Singh nasceu em 1915 na Índia. Ele é um romancista, historiador, editor, ensaísta, jornalista, político e tradutor. Em 1950 foi quando escreveu o seu primeiro volume de contos, fê-lo 3 anos após a independência da Índa. Khushwant Singh nunca saiu do seu país ele viveu e trabalhou em Deli. Da sua obra destaca-se o seguinte romance “Comboio para o Paquistão”.
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Sinopse do livro
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O livro fala-nos de uma povoação situada perto da fronteira que se chama Mno Majra. Nesta povoação os sikhs e os muçulmanos viviam juntos e em paz porém, num dia no final de verão todo muda porque aparece um comboio fantasma (com cadáveres). Esse comboio transmitia aos habitantes de Mano Majra uma ameaça de guerra, ódio,...
Mas no meio de toda aquela agitação existe um amor entre Jugga (que está quase sempre preso) e Nooran.
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Análise cultural e intercultural do livro
(Reflexão cr4ítica sobre a leitura, a publicar no blog do grupo)
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Este livro retrata a vida da aldeia de Mano Majra antes era uma vila calma as pessoas faziam a sua vida quotidiana normal. Posso dizer que o seu relógio era o comboio, porque elas guiavam os seus horários de acordo com o comboio, ou seja, quando passava determinado comboio sabiam que era altura de deitar, levantar, almoçar,...
Em Mano Majra viviam os sikh e os muçulmanos mas estes viviam bem e não era costume arranjarem confusão, conflitos.
Porém, num Verão todo mudou quando chega um comboio fantasma com cadáveres. A população no inicio não percebeu o que estava a acontecer porque a policia conseguiu abafar o caso. Contudo, quando voltou a acontecer o mesmo não se verificou, rapidamente o boato espalhou-se. Aqui instala-se o caos entre os povos. Os Sikh começam a matar os muçulmanos que apareciam no caminho.
Ou seja, aqui não importava se era homem, mulher, criança ou idoso, eles matavam todos. Deste modo, aqui foram quebrados os direitos humanos, alguns dos direitos quebrados foram: a liberdade de escolha isto porque se fazia distinção de quem era de um povo e de quem era de outro; direito a vida; direito a igualdade e os direitos da criança.
Quando estava a ler o filme houve momentos que o identifiquei com o filme que visualizamos que se chamava “Hotel Ruanda”.
Por último, no meio daquela confusão a um amor impossível, eles não eram da mesma cultura. E dessa forma, o pai da rapariga não a deixava namorar um homem de outra cultura.
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Curiosidades sobre o livro, galerias de imagens, comentários finais
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Autor
Este é um livro que gostei de ler. Era cativante, pois fazia com que não quiséssemos parar de ler para perceber o que iria acontecer as personagens. Aconselho a leitura do livro não só pela forma como nos cativa como também por este retratar um marco histórico que foi o fim do colonialismo na Índia.
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Ass.: Ana Margarida Quintas


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